domingo, 18 de dezembro de 2011

Coisas da madrugada...

Quando a vida da um salto, nem sempre ela vai pra frente ou algo de muito inovador acontece. Ela simplesmente se explica. Sinto que é como ver a linha do tempo da minha história de cima, é como escolher o momento certo de pular de paraquedas onde quero estar dali pra frente. Entendo-me e entendo o que está ao meu redor de uma forma tão ampla e genuína, que nem da vontade de pular do “avião”. Não da vontade de viver na incerteza. Mas a incerteza, a dúvida e a falta de explicação que dão sentido à vida e às vivências.
Esse salto serve sempre de amadurecimento, de intimidade com o interior. De amor por mim. Serve pra eu saber quem eu sou até aqui e decidir continuar ou mudar o objetivo do meu futuro.
Gosto de viver, gosto de incerteza, mas às vezes da medo de seguir em frente, por isso não quero pular do tal “avião”. Espero conseguir fazer isso em breve, e deixar de ver a linha do meu tempo correr sem que eu esteja vivenciando cada ato. Sinto-me no alto da minha própria vida, escolhendo onde parar e indecisa do momento de fazer isso. Com medo de fazer isso. Que Deus me ajude e me proteja nessa trajetória. Que eu sinta, que eu ame, que eu perca o medo!

PS:
Perdoem-me os erros de português e prováveis contradições. Não costumo reler as coisas que escrevo, já que, geralmente, são coisas que não quero lembrar. Escrevê-las é uma forma de me ver livre dessa textualização frenética que faço da minha vida. Beijos!

segunda-feira, 14 de março de 2011

Felicidade?

Quando as coisas estão bem, estão te fazendo bem, elas estão corretas, não é mesmo? É simples! Mas não.. Sempre achamos uma maneira de transformar aquilo que mais gostamos em problema. Sempre tem uma coisinha que faz diferença. E aí então, decidimos ficar tristes. Afinal.. Felicidade não existe. É uma fantasia criada pelo capitalismo contra o próprio capitalismo.
A liquidez toma conta das coisas simples, transformando tudo num caos. Tranformando todos nós no retrato singelo e humilde de nossas próprias convicções equivocadas, individualistas e vaidosas.
Maltratar alguém que te faz bem virou sinônimo de coragem, de altivez, de machismo ou de feminismo. São os novos tempos, onde o forte é ser estúpido e agressivo com quem te trata bem. Onde forte, é conseguir suportar uma falta de sorriso ou uma SMS grosseira na madruagada. Sem chorar, sem exigir de si mesmo um minuto pra uma reflexão consciente.
E assim seguimos, agindo e reagindo como máquinas, como fantoches de um novo mundo que não existe, que é da mesma família da tal da FELICIDADE.
Eu sou feliz.. E tu?

As coisas da vida...

Vida? É... Hoje eu sei o que isso significa. Eu escolhi viver, sbreviver a mim mesma.
Resumi meus dias, em certo tempo, em mágoas e soluções desoladoras. Esperava pra ter de volta algo que eu não queria mais, que não me fazia mais feliz, só por medo. Medo de continuar, de me encontrar e me conhecer de verdade. Medo de dar a volta por cima e deixar pra trás o carinho que sentia por coisas e pessoas que me fizeram grande em um momento oportuno. Mal sabia eu, que já estava pronta pra abandonar tudo isso e seguir a vida com mais esse degrau alcançado.
Hoje me sinto mais viva, com mais sentido na vida e com muito mais maturidade pra lidar com as coisas que me foram reservadas.
Penso ser, hoje, melhor que era no passado. Penso ser, hoje, a Nathalia que escondi durante tanto tempo por receio de ir de encontro à opinião de quem amo e de quem amei de verdade.
Os meus sentimentos se voltam a mim em forma de um orgulho sem igual. Sim... Sinto orgulho de mim, das minhas decisões, da minha fome de vida, de crescimento, de aprendizagem.
To de bem com a Nathalia. De bem com o mundo. De bem com a VIDA!