Quando a vida da um salto, nem sempre ela vai pra frente ou algo de muito inovador acontece. Ela simplesmente se explica. Sinto que é como ver a linha do tempo da minha história de cima, é como escolher o momento certo de pular de paraquedas onde quero estar dali pra frente. Entendo-me e entendo o que está ao meu redor de uma forma tão ampla e genuína, que nem da vontade de pular do “avião”. Não da vontade de viver na incerteza. Mas a incerteza, a dúvida e a falta de explicação que dão sentido à vida e às vivências.
Esse salto serve sempre de amadurecimento, de intimidade com o interior. De amor por mim. Serve pra eu saber quem eu sou até aqui e decidir continuar ou mudar o objetivo do meu futuro.
Gosto de viver, gosto de incerteza, mas às vezes da medo de seguir em frente, por isso não quero pular do tal “avião”. Espero conseguir fazer isso em breve, e deixar de ver a linha do meu tempo correr sem que eu esteja vivenciando cada ato. Sinto-me no alto da minha própria vida, escolhendo onde parar e indecisa do momento de fazer isso. Com medo de fazer isso. Que Deus me ajude e me proteja nessa trajetória. Que eu sinta, que eu ame, que eu perca o medo!
PS:
Perdoem-me os erros de português e prováveis contradições. Não costumo reler as coisas que escrevo, já que, geralmente, são coisas que não quero lembrar. Escrevê-las é uma forma de me ver livre dessa textualização frenética que faço da minha vida. Beijos!